Cobertura vacinal em queda: por que doenças antigas estão voltando
Por décadas, vacinas tiraram de circulação doenças que matavam ou deixavam sequelas em milhares de crianças. Mas há um detalhe que costuma passar despercebido: essa proteção só se mantém enquanto a maioria das pessoas continua se vacinando.
O que dizem as entidades médicas
A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), a SBIm e a ABCVAC vêm alertando para a queda nas coberturas vacinais no país. Quando muita gente deixa de vacinar, abre-se uma brecha para que vírus e bactérias voltem a circular — e doenças consideradas “do passado” reaparecem.
Alguns exemplos recentes no mundo e no Brasil:
- Sarampo: altamente contagioso, voltou a causar surtos em regiões onde a vacinação caiu.
- Coqueluche: perigosa para bebês pequenos, depende do reforço de adultos e gestantes para proteger quem ainda não pode se vacinar.
- Poliomielite: erradicada no Brasil, mas o risco de reintrodução existe enquanto houver casos em outros países.
Imunidade coletiva: a proteção de todos
Quando a maioria está vacinada, a doença não encontra por onde se espalhar — e isso protege até quem não pode tomar certas vacinas, como bebês muito pequenos e pessoas imunossuprimidas. É a chamada imunidade de rebanho.
Manter a carteira de vacinação em dia, em todas as idades, é um gesto que protege você e quem está à sua volta. Para se aprofundar, veja os materiais da SBP no link abaixo.
Fonte: Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) — acesse o link para se aprofundar no conteúdo original.
Quer agendar uma vacina?
Falar no WhatsApp